Não há prova, nem ensaio,
Para o que vos vou dizer:
Eis que em primeiro de maio
Elas voltam a apar'cer.
Toda a gente se apruma,
Com delírio de lá ir,
Para ver todas em suma,
Até mais não conseguir.
Elas chegam com euforia,
Haja carros para guardar,
E há gente com alegria
Já na tasca a "tourear".
O prazer de uma tourada,
Começa mesmo no mato,
E continua na estrada
Para depois ser no prato.
No prato do "Quinto Toiro"
Haja quem conviva mais,
Muitos nem veem o coiro
Do Bravo dos Arraiais.
Minha fé na tradição,
Pode não seguir perfeita,
Mas vejo que a diversão
Às marradas se sujeita.
Rosa Silva ("Azoriana")
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