Que inferno (incurável)


Ai que saudade de bolo,

De chocolate, sorvete,

De pudim, de bom miolo

De amendoim, cacete.

 



Açúcar?! Não, não e não!

Disseste e eu já sabia.

Quem inventou a refeição,

Do "vice" que o mal cria?!

 



Mais donetes e malassadas,

Mais coscurões e os suspiros!

Filhós frita e emboladas,

Nesta altura são meus "vírus".

 



Dizes então: tu só provas...

Nem açúcar, foge ao sal;

Que se inventem coisas novas

Que a ninguém faça mal.

 



Ovo cozido com mel?

Na "fryer" maçã assada?

Nozes de frango o farnel?

Anéis de massa folhada?

 



Eu não sei mais que pensar,

E o pensamento insiste...

Que estou quase a babar

Só de ver o "bom" que existe...

 



Rosa Silva ("Azoriana")

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