A Sidónio Bettencourt


A emoção colhe a garganta

Dá um nó intemporal

E a nós também nos planta

A tristeza por igual.

 



Não é uma despedida

Nem sequer adeus também

Continue o tom da vida

Dê voz ao que nos faz Bem.

 



Abraço

 



Rosa Silva ("Azoriana")

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