A chuva canta e embala
A natureza que fala
Sem disso nos darmos conta;
É precioso o que temos
E que, por vezes, nem vemos,
Mas a chuva nos aponta.
Ó chuva de refrescar
A ilha para acalmar
Os calores intensivos.
De repente, surge em gotas,
As águas que estão rotas
Sinal de que estamos vivos.
Viva o nosso povo ilhéu
Que vê a cair do céu
A vida p'rás suas terras;
Tudo muda, é verdade,
Mas chuva em quantidade,
Enche o mar e não as serras.
Amália, se cá estivesse,
Num dia que até parece,
Brotar lágrimas sentidas,
Cantaria ao tom da Chuva
Como canta o bago de uva
Nas vinhas adormecidas.
Rosa Silva ("Azoriana")
A Chuva (Fado de Amália)
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