As águas nunca se calam
Rolam perdidas de riso
São cantares de improviso
Que nas pedras se regalam.
As águas mansas embalam
As graças de um sorriso:
Um sonho que é preciso
Ver no que as ribeiras falam.
Maria leva-me ao canto
Da ribeira que visitas
E nessa alegria acreditas.
E tudo o que vês é santo,
Porque santa é a natureza
De águas puras e beleza!
Rosa Silva ("Azoriana")
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