À cunhada Alvarina Fortuna Costa
Até à última vou pensar
Se a tiro do esconderijo
De que serve eu a montar
Sem saber se a dirijo.
Em criança ficava horas
O presépio admirando
Sem pressa e com demoras
Ia o encanto fitando.
Agora que já não tenho
Os filhos perto de mim
De que serve o empenho
Sozinhos com árvore assim?!
Ou será que vai valer
Recordar que estamos juntos
E as luzes acender
Pra lembrar belos assuntos?!
Descobrir que o Natal
Jamais pode infernizar
Pode até não ser igual
Serve a Deus pra amenizar.
Alvarina minha cunhada
Que adoras o Natal
Acho que foste a culpada
Por pensar nesse ideal.
Rosa Silva ("Azoriana")
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