No que a Festa se tornou
Devido à pandemia
Que o medo acorrentou
Cada ser à moradia.
S. Carlos reza somente
E somente se isola
Está no coração presente
Como pão numa sacola.
Pão, carne e alfenim,
E o Sagrado Mistério
Jamais poderão ter fim
Bem como o seu Império.
Abre a porta para o Povo
Cada qual por sua vez...
A Comissão também louvo
No reforço que então fez.
Pai, Filho, Esp'irto Santo
Unidos na Santidade
Os olhos ao Céu levanto
Orando com humildade
Para que se salve um tanto
De fé, esp'rança e caridade.
Rosa Silva ("Azoriana")
Etiquetas
abusos
(2)
açores
(1436)
agradecimentos_dedicatórias_aniversários
(1570)
bparlsr
(1)
cmah
(3)
coimbra
(8)
destaques
(2098)
especiais
(114)
eventos_informação
(1454)
ganadaria_bruno_rocha
(2)
hseit
(10)
inteligência_artificial
(3)
jornal_da_praia
(9)
lar_doce_livro
(3)
mabo_neta_matilde_alexandra
(28)
minhas_coletâneas
(1243)
mulheres_na_cantoria
(4)
nossa_senhora_milagres
(3)
personalidades
(1386)
personalidades_manuel_gonçalves_correia
(1)
personalidades_museu_carlos_tomás
(1)
pessoais_assim_de_repente
(2)
pessoais_da_azoriana
(2837)
pessoais_desenho_sonetos
(2)
pessoais_in_pergaminhos
(2)
pessoais_livro_serreta_na_intimidade
(18)
pessoais_onda_de_sonetos
(1)
pessoais_pétalas_da_serretense
(22)
pessoais_recheio_de_rimas
(1)
pessoais_sentir_ilhéu
(39)
pessoais_soneto_ou_sonetilho
(983)
pessoais_um_olhar_terceirense
(4)
poeta_álamo_oliveira
(7)
poetas_roseangelina_&_diniz_borges
(1)
quinta_do_olé_toiro_ter
(1)
rancho_santo_amaro_pico
(1)
serreta
(778)
serreta_150_anos_sfrs
(4)
srpcba
(1)
terceira_plus
(5)
Império de S. Carlos - 2020
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita! Volte sempre!