Nunca sei a verdade absoluta, nem saberei nunca. Nunca é tempo eterno, demasiado longo. Dizem que nunca não existe e que não se diga nunca… Portanto, será a minha escrita abundante ou será uma abundância de escrita?! Como a nossa língua portuguesa é abundante de trocadilhos cujo significado pode disparar uma série de interpretações.
Tenho escritos aos milhares plantados nas vias tecnológicas. Apenas um conjunto teve o condão de ser replantado em papel que se leia. Os outros conjuntos foram sendo replantados por uma pessoa boa e generosa: José Fonseca de Sousa, um amigo dos Açores e dos amigos que tem espalhados pelos ilhéus da saudade.
Graças ao improviso e à cultura açoriana vi-me na alegria do seu rosto e da sua esposa, D. Guiomar Sousa. Um casal que, em conjunto, visita as ilhas que lhes acenam com cordialidade e simpatia.
Para ele a minha abundância de escrita é agradável. Dá-me valor e valores também por escrito.
Eu digo que a minha escrita é abundante porque ultrapassa a palavra “nunca”. É que desde nove de abril do ano de dois mil e quatro o pensamento é luz, ora viva, ora atenuada, que me impele a cumprir com os desígnios de um blogue que se quer assíduo e com palavreado abundante (ou não). Por vezes, basta uma linha, um trecho, uma estrofe, um parágrafo, um artigo, para que se diga que a escrita abunda.
É preciso é que haja talento e talentos, porque o resto virá por acréscimo.
Bom dia de uma quarta-feira com boa manhã, o mesmo que dizer com ares de bom tempo que, conforme os antigos diziam, corresponderia ao clima do mês p.f. de outubro. Oxalá que assim seja… pois os tempos mudaram e nunca mais serão os mesmos e nós também não!
Rosa Silva (“Azoriana”)
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Abundância de escrita ou escrita abundante?!
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