Esta cozinha de outrora
É um bálsamo, tem magia,
Fez-se em contos de agora
Como outrora se fazia.
Uma cozinha com arco
Entre-lar e a chaminé
Onde o conto não é parco
É de quem sabe como é.
Na Serreta de hoje-em-dia
Acontecem cousas belas
Se eu pudesse eu vivia
Numa de algumas janelas.
Ó minha Mãe Padroeira
Faz meu Bem acontecer
De voltar à tua beira
No ponto do anoitecer.
Rosa Silva ("Azoriana")
Ao conto serretense
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