Boa tarde a todos (as)

Mata da Serreta


A tarde está como se quer
Nem fria nem muito quente
E para mim, que sou mulher,
Visto branco tão contente.

Minha terra, deusa e mãe,
Que feliz que tu me fazes
E por mim está tudo bem
Minha terra de cartazes.

Cartazes de cantorias,
Cartazes de festa brava,
E festas nas freguesias
Que a minha mente grava.

Diverti-me à maneira,
Fiz até mais do que quis,
A Serreta da Terceira
É para mim pulmão feliz.

De verdes engalanada
Em prados e por colinas,
Com nossa gente imigrada
Trazendo cores divinas.

Digo isto com orgulho,
Digo isto com prazer:
Dou o laço ao embrulho
Da rima que sei fazer.

2016/08/01
Rosa Silva (“Azoriana”)

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