... Será que o meu blog merece a pena continuar neste mundo da blogoesfera?! Às vezes dou comigo a matutar que além de ter uma miséria de comentários (adoro comentários construtivos) não sei se alguém me lê com assiduidade mais ou menos conforme a postagem do artigo. Talvez o tema não seja muito apelativo. Rimar, que se tornou o meu forte, pode não interessar a muito boa gente que prefere outro tipo de escrita e pensamentos. A ver pelo que vejo há mais graça na escrita com humor, com gente bem humorada, com gente com letrinhas que levam ao riso. Enfim, estou eu aqui a ouvir o som ritmado do teclado, com todos os dedos nas quadrículas, saltitando e acompanhando o pensamento, em uníssono, e não sei se alguém sequer estará para ver o que o texto transmite, nas entrelinhas:
Sinto falta de retorno aos meus escritos, sinto falta de carinho blogosférico, sinto falta do "meu" querido batráquio SAPO, que de certeza acha que já estou "velha" (doze anos é juventude) para andar aqui a marcar passo para sair um texto sem rima alguma, a ver no que dá.
Talvez nem dê em nada porque falta a rima, que para mim é o pão-meu-de-cada-dia para me fazer sentir radiante e me tirar dos males maiores que a vida real tende a colocar no meu caminho diário.
Beijos e abraços e até à próxima se Deus quiser! É assim que geralmente me despeço após declamar uma das minhas criações inéditas para a Rádio Portugal USA, que já conta com o "Cheirinho da Terceira" há dois anos, aos sábados, cerca das 20:00 dos Açores.
Pelo menos este blogue já serviu para editar um livro, cantar ao desafio (sem grandes despiques porque gosto de paz e tranquilidade), para ir em Pezinhos, para declamar rimando para os amigos emigrantes e para ganhar uma série de amizades novas e que partilham e partilharam comigo tanta coisa, desde livros, CD's, DVD's e outros trabalhos cuja afinação começa pelo toque de teclas de um teclado com vista para um monitor aberto ao mundo que me queira ler.
Acho que a ansiedade e a saudade me deixam neste estado de escrita ao comprido... Estarei carente, ou avizinha-se muito trabalho pela frente?!
Rosa Silva ("Azoriana")
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