É com "coração aberto"
Genuíno e muito belo
O passado está perto
Lá na Quinta do Martelo.
Ao olhar eu já desperto
Pró nosso modo singelo
No fazer que estava certo
Que eu lembro e apelo.
Sendo assim a boa Quinta
Presenteia quem visita
Cuidada e tão bonita.
Neste papel cai a tinta
Que me sai do coração
Por quem ama a tradição.
Rosa Silva ("Azoriana")
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À Quinta do Martelo - Ilha Terceira - Açores
Acaba novembro, começa o Advento com quatro imagens
Imagem # 1 - Simbolizando
Imagem # 2 - Familiarizando
Imagem # 3 - Estrelando
Imagem # 4 - Decorando
O resto?!... Depois se verá!
Rosa Silva ("Azoriana")
Parabéns irmã e cunhado!
A 24 de novembro de 2015 deu-me para vasculhar gente minha cuja maioria já não está entre os vivos. Destas fotos restam minha irmã e eu, e alguns primos. Do passado resta a lembrança do que vi e do que ouvi dizer. Há rostos que ainda lembro na sua plenitude. Há saudade!
Fui vasculhar o passado porque tenho um bom motivo. Faz hoje precisamente vinte e cinco anos que a minha única irmã casou. Parabéns, minha irmã e cunhado! Comemoram o que eu gostaria de ter também comemorado mas não comemorei por rompimento aos dezasseis anos.
Fui vasculhar o passado porque os meus pais casaram a 31 de julho de 1960 e comemoraram as Bodas de Prata no dia do meu 1º casamento datado de 28 de julho de 1985. Eles comemoraram felizes num dia que também eu estava feliz. Depois perdi o fio da felicidade.
Fui ao encontro da minha gente, gente que me deu a vida e os antecedentes que deram vida a vidas que já se foram. Dá saudade! Não dá saudade do sofrimento que vi passar mas dá saudade dos sorrisos e das alegrias.
Foi uma alegria ter uma irmã e vê-la completar 25 anos de matrimónio com horas de todas as qualidades.
Do 2º casamento completei as Bodas das Flores e Frutas (4º aniversário). Se Deus quiser virão mais…
"Agora deu para ver gente morta”… É verdade! Que os vivos sejam mais, mas muito mais felizes que os que já partiram.
Muitas Felicidades minha irmã e cunhado pelas vossas Bodas de Prata!
24/11/2015
Rosa Silva (“Azoriana”)
"Raminho dos Folhadais", de Álamo Oliveira
Álamo. Poeta dos Folhadais

Quem d'Angra vai ao Raminho
Encontra muita harmonia
Sobretudo a poesia
É o laço de carinho.
O carinho de Oliveira,
Álamo de cortesia
Que bem lavra a freguesia
Do maior dom da Terceira.
E viver assim somente
No meio dum mar de gente
Apetece o verbo amar.
À sombra dos Folhadais
Com rima nos seus portais
Mais apetece louvar!
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: Dedicatória para Álamo Oliveira, um grande poeta, amigo e ícone de todos os tempos da poesia. Bem-haja! E parabéns à freguesia do Raminho pela sua página de grande valia.
Ver também “Tempo do Espírito Santo”, de Álamo Oliveira, que faz parte integrante do seu livro “Raminho dos Folhadais”, que recomendo a leitura. É lindo!
Tanto que já fiz por ti...
Um documentário completo na MEO Cloud sobre a minha página pessoal da Serreta, sem fins lucrativos, por minha vontade e a título póstumo, numa homenagem à minha falecida mãe que sentia um amor incalculável pela sua freguesia natal e à qual dedicava o melhor de si, mesmo sofrendo de uma doença incurável. A fé dela contagiou-me e agrupei muito do que já publiquei com a inspiração da minha musa - Matilde Rosa Cota Correia.






