04-03-2014 Pela Mãe verdadeira!

O que vejo, pela caneta,
É um verso do passado,
Que quer que a Serreta
Seja sempre altar amado.

Se tu és da silhueta
Que te fez verso gerado
Ao passar pla tabuleta
Estás em piso sagrado.

É ali que o sol poente
Ilumina com linda cor
O sacrário do Amor.

É ali que tanta gente
De toda a ilha Terceira
Procura a Mãe verdadeira.

Rosa Silva ("Azoriana")

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