Amanhã é um dia que anseio que chegue. Irão juntar-se alguns amigos da cultura popular açoriana no decurso de uma festa de Império, em louvor ao DES Divino Espírito Santo, de S. Carlos, de Angra do Heroísmo.
Um livro será lançado com a apresentação do Dr. Cunha de Oliveira cujo dom da palavra espera-se supremo. Haverá encontro de abraços para quem vem propositadamente para o evento: um amigo do continente que ama as ilhas açorianas, especialmente o que brota genuíno das mentes ilhoas. Seu nome é José Fonseca de Sousa que ao lado do nosso escritor Liduino Borba ficará, desta feita, no topo de um registo bibliográfico como um “açoriano” de coração.
Apraz-me escrever estas linhas vespertinas com o desejo sincero de muito sucesso nesta efeméride que traz a lume o culminar de uma homenagem ao Comendador, entusiasta da nossa cultura popular - Luís Bretão. Este, também, é um amigo que um livro me deu a conhecer, o meu livro apresentou e, agora, faz-se em livro o que é digno de o ser.
Nada acontece por acaso, é comum ouvir-se na voz do povo. Tudo tem um objetivo nem que seja o gosto por ver o brilho do olhar de quem nos habitua e concede sorrisos. O valor das pequenas grandes coisas é suficiente para ajudar na caminhada apressada pelo tempo que deixa um rasto de amizade e amor ao que faz crescer em sabedoria e valor cultural.
Por vezes o amanhã custa tanto a chegar. É o pensamento que me circunda hoje.
Não faltes ao saborear das palavras açorianas com um punhado de sorrisos e emoções fortes.
Rosa Silva (“Azoriana”)
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