28 julho 2013: Parabéns José Fonseca de Sousa e esposa Guiomar Sousa

BODAS DE OURO




 


Que data maravilhosa
É o 28 de julho
Dia que também a Rosa
Escolheu com muito orgulho.

Eu nem fiz bodas de prata
Que pra mim são um tesouro
Mas as vossas nesta data
São lindas BODAS DE OURO.


 


Desejo de coração
As maiores felicidades
Vivam com satisfação
A melhor das festividades.


 


Da Rosa e do Frederico
Com franqueza e amizade
Estes versos vos dedico
Com o selo da fidelidade.


 


É linda esta amizade
Entre Continente e Açores
Lembrados são de verdade
Nesta ilha dos Amores.


 


Um abraço nesta hora
Com a maior emoção
Continuem vida fora
Vosso Amor de coração!


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Canta-me...

canta-me...

Olavo Esteves Competições - Festa da Cantoria 2013


 


in videos.sapo.pt também


 


A dupla mais longa foi, sem dúvida, a da Maria Clara e José Amaral, tendo terminado a Festa da Cantoria, levado a efeito por Fábio Ourique & Olavo Esteves, com as "Velhas" nas vozes dos conceituados cantadores José Eliseu, Tiago Clara (de S. Miguel) e João Ângelo.

Foram uns momentos inesquecíveis que Fernando Pereira partilha no YouTube. Apraz-me referir que este amigo das Cantigas ao Desafio está sempre atento aos eventos e já possui um manancial de improvisos que merecem destaque e os melhores agradecimentos pelas horas dispensadas na captação das imagens. Pela minha parte envio-lhe um simpático abraço e votos para que continue a percorrer os arraiais da nossa querida ilha Terceira, linda, brava e festeira.


 


São estas festas queridas
Da nossa população
Com palavras agradecidas
Eis a minha satisfação
Por umas horas vividas
Na Festa de inauguração.


Novos talentos vão surgindo
Começando a trajetória
Cada evento é bem-vindo
É caminho para a história
Confesso que achei lindo
Cantar na Praia da Vitória.


Rosa Silva ("Azoriana")
Angra do Heroísmo, 23 julho 2013

(2 dias depois do evento - clic e veja)

Página FB: Festas Nossa Senhora dos Milagres 2013

In página do Facebook: Festas de Nossa Senhora dos Milagres 2013


 



 


Festa da Senhora dos Milagres 2013

Religiosa e profana
É a Festa da Senhora
Dos Milagres, açoriana,
Da Serreta e quem adora.

Venham cá solenemente
Com um sorriso vistoso
Venha à Festa toda a gente
Com seu gesto caridoso.

Por mim gosto de louvar
A beleza que foi lar
E berço da minha rima.

Gostem mais os que cá vem
Adorar a linda Mãe
Por tudo o que disse acima.

Rosa Silva ("Azoriana")

Angra do Heroísmo, 20.julho.2013

A Festa da Cantoria (A minha quadra para a RCA)

 



 




"Mais uma festa a que o RCA se associa.
E estamos a sortear 3 bilhetes para este almoço/convívio.
Para ganhar tem que escrever abaixo uma "cantiga" jeitosa
Até à próxima sexta de manhã
Também estamos à procura de cantadores!
Tatiana Ourique."




A festa é algo que sangra
Do ventrículo da diversão
E na Rádio Clube de Angra
Cantigas tem nova feição.




Rosa Silva ("Azoriana")




RCA: Rosa, terá direito a um merecido convite para almoçar ao lado dos nossos cantadores.




E com esta resposta fico satisfeita por participar na Festa da Cantoria no almoço convívio a lado dos nossos cantadores. Até Domingo se Deus quiser.

A raça "telemoviana"

Sou incapaz de ficar indiferente perante o desassossego dos telemóveis nas mãos juvenis (e não só). Ainda sou do tempo que as férias serviam para se olhar às nódoas do ano inteiro e fazer da limpeza geral e asseio o ponto alto do descanso das aulas e outras ocupações. Gostava (e gosto) imenso de abrir as gavetas e as janelas da alma doméstica, lavar as peças cuja utilização tem tempos certos e assoalhar o mofo que nos impede o salutar olfato. Enfim, hoje e desde que surgiram os telemóveis que se, por um lado são de utilidade, por outro aprisionam os gestos e as emoções tornam-se universais, vistas por um ecrãzito que obriga ao uso de alternativas à visão natural. Os dispositivos de compensação começam a ter lugar garantido.


É ver-se, então, os jovens, em especial, agarrados às teclas ou (touch) rápido num vaivem de mensagens (sms) gratuitas de palavras sem conteúdo ou aproveitamento.


A felicidade juvenil passa por isto e jamais será o que era sem esses meios tecnológicos. Não se dá um passo ou "track" que não se veja o efeito sonoro ou silencioso de um raio comunicativo que nos coloca o "stress" em alvoroço. O vício está instalado e curá-lo seria o caos de uma ressaca universal.


Imaginem que falta a energia elétrica, acaba a bateria, silencia-se o telemóvel e haverá um ruído ensurdecedor do desespero de muita classe jovem e/ou adulta.
Quem são os culpados de todo este modernismo viciante?!
Angra do Heroísmo, 18 de julho de 2013.

Retrato de Angra (Donzela)


 

Aos verdes da Serreta


Pela Serreta vai voando
Entre verdes joviais
A rima que vez em quando
Enfeita os nossos murais.

Se agora estou rimando
Não chamo rimas banais
São valores que estou dando
Às linhas que gosto mais.

Da minha pena também voa
Um sentimento profundo
Que enriquece a pessoa.

Se gostas do meu rimar
Apregoa pelo mundo
A paixão que quer voar.

Rosa Silva ("Azoriana")

Aos visitantes, amigos e simpatizantes (ou nem por isso)...

Devido ao gozo de umas merecidas férias (já vou a meio delas) não tenho tido muita ocasião para me dedicar à rima que se tem soltado por outras vias.

Nem me quero apoquentar com o resto...

Obrigada pelos vossos comentários. Vejam só por onde tenho andado... Até já!


 



 



(vista de uma zona da Serreta a partir de um terraço)

08/09/2012. Discurso de apresentação da Festa da Serreta 2012

08/09/2012. Discurso de apresentação por Rosa Silva
Construção da história da Serreta, da ilha Terceira e dos Açores


 


O Santuário, a Sociedade Filarmónica, o Império, serviços e instituições, a natureza e as gentes (romeiros, peregrinos e nomes de toda a parte) são os pilares da construção da história da Serreta, da ilha Terceira e dos Açores.

Cada palavra escrita ou falada, cada ato solene, cada toque musical, cada donativo, cada promessa, cada pétala depostas com coração e fé junto ao Altar de Maria, nossa Mãe padroeira, são murais de fidelidade ao culto religioso que assenta muito bem neste verde de esperança voltado para o mar anil acinzentado pelo firmamento que traz tantos filhos emigrados, que saíram à procura de sustento. O milagre está sempre na lembrança e no coração que levam ao retorno à festividade maior da devoção ao que é sagrado.

Tudo se repete neste ano comemorativo dos 150 anos de existência como freguesia legal. De 1 de janeiro de 1862 até hoje, sábado, desta segunda semana de setembro de 2012, os caminhos percorridos, a pé ou utilizando qualquer tipo de transporte, tiveram um único motivo: honrar a Mãe. Uma Mãe que tem vários atributos é adorada em inúmeras igrejas, mas aqui, no Santuário serretense, tem uma tónica especial: é a Mãe dos Milagres, cuja origem permanece de geração em geração, fortalecendo tudo o que vem do passado, assente no presente e voltado para o futuro.

Por isso, em nome da Comissão das Festas da Serreta de 2012, constituída por Dimas Romeiro, Dora Pavão, Eva Silveira e Rogério Valadão, junto com seus familiares, amigos e tantos colaboradores da freguesia e de outras freguesias, presto a sincera homenagem aos antepassados, a todos os que aqui estão, aos que não puderam vir, aos emigrantes, aos peregrinos, aos que riem, aos que choram, aos que vieram por vir, aos que sofrem, aos felizes, aos que deram o seu contributo pessoal (ou institucional) para que a festa tivesse o brilho desejado.


 


A todos, todos, desejo muito Amor e proteção da Padroeira e do seu filho Jesus, que nunca se ausenta de qualquer culto religioso a favor da sua Mãe. Está-lhe nos braços, esteve no ventre por graça plena e está connosco, os que creem.

Eu creio, adoro, espero e amo tudo o que se faz por este berço natal e natural. Sobretudo creio na Mãe Maria e na que me foi doada e me dá, também, a maior felicidade de estar perante vós num abraço total, apresentando o concerto da Filarmónica Recreio Serretense, fundada em 1873, a mais antiga em atividade, na abertura da Festa; o fogo preso; a Procissão solene orientada pelo nosso Reitor, pároco Manuel Carlos Sousa Alves; a tourada da Praça da Serreta, na próxima segunda-feira tradicional; o bodo de leite comemorativo d0 tricinquentenário da freguesia na terça-feira, bem como a procissão de Santo António; a tourada na estrada corrente, na quarta-feira e as atuações noturnas num apelo à vossa presença.


 


Aqui faço um parenteses para prestar todas as honras a duas pessoas que foram incansáveis na concretização do espetacular Bodo de leite. São eles: César Toste, da Vila das Lajes, e Paulo Gregório, residente na Serreta. O primeiro concebeu o projeto ao pormenor com todo o seu empenho, dedicação e devoção e o segundo executou-o magnificamente com profissionalismo e altruísmo. Muito obrigada, mesmo! Um e outro, ajudados pelos mordomos, seus familiares e alguns voluntários, fizeram o que não lembro de ver nesta rua.


 


Aguardemos pela terça-feira de manhã e repetição à noite, pelo cortejo comemorativo dos 150 anos da história serretense.

Peço-vos, então, que Vivam a Festa! Usufruam deste arraial de magia. Façam tudo por Ela, a nossa Mãe e sejam bem-vindos a este Altar do Mundo com a:



Estrela da Romaria!


Ó Serreta de Jesus
De Maria e de José
E da musa que conduz
Cantares da minha fé!

Ó Serreta, tua luz
Brilha de frente ou ré
E pró bem sempre seduz
Quem lá vai mesmo a pé!

Ó Serreta de louvores,
A Rainha dos Açores,
Altar da Doce Maria...

Pura de Graça Divina,
Virgem Santa cristalina,
Estrela da romaria!

Rosa Silva ("Azoriana")