Com a falta de assunto que impera volto-me para o estado corrente. Quem viu o meu quintal há cinco anos e o vê nesta data (2013-05-22), dia de um aniversário que me deu a oportunidade de ter a primeira afilhada, fica como que a pensar: - Nem parece o mesmo!
É verdade. Antes mal tinha lugar para se pôr um pé e agora pode até andar-se descalça na relva aparada e com um estendal de roupa regalada com a proximidade dos dias quentes.
Moral do artigo: Nada se faz sem trabalho e é o trabalho que faz sentirmo-nos úteis e realizados. Quem o viu e quem o vê seria um bom título para um filme de uma vida cujas personagens podem ser igualadas a tantas outras que sabem que para ter é preciso fazer.
Cavar, alisar e plantar a terra é uma boa terapia anti insónia com efeitos secundários nos sonhos temperados pelo cheiro de terra cavada.
Conclusão: Enquanto o esqueleto permitir e os ossos não fraquejarem façamos algo que alegre o olhar de quem vê o nosso produto final de um pedaço de quintal.
A natureza também agradece mesmo que por vezes venham forças destruidoras inesperadas.
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