Na trova que ora espelho
A cada membro do povo:
Digo adeus ao ano velho
Quando, aceno ao Ano Novo.
Ano Novo, vida nova?!
Há quem diga que é verdade;
Por mim, que ando à prova,
Já vou sentindo a idade.
Não se olhe para trás
Quando pela nossa frente
Vem um tempo que é capaz
De mudar o tempo à gente.
Exame de (in) consciência
É tema de inspiração…
Ninguém culpe a Providência
Pla desordem que há então.
Vamos a toque de passos
Agoirando mau futuro;
Por agora vão abraços
Ao mais tenro e ao maduro.
A todos, sem exceção,
Meu abraço lisonjeiro.
Obrigada pela atenção;
Bem-vindo seja janeiro!
Rosa Silva (“Azoriana”)
Olá amiga Rosa
ResponderEliminarGostei do teu poema , pois manifesta esperança nos dias e ano que aí vem!
Eu não estou tão optimista!
Para começar, vou enfrentar mais uma grande cirurgia.
E, como 2011 deixou-me amargos de boca, pois foi a operação ao coração e três viagens a Lisboa, já estou como o "gato que tem medo de água fria!"
Desejo para ti e família tudo de Bom!
Muitos beijinhos.
ChicaIlheu