Continuação do post anterior
E do cimo da rua da Sé
Vamos ver como é
Como andam as emoções
Vem o Restaurante Machado
E logo do outro lado
O Bartolomeu dos caixões
Abaixo Loja do Povo
A Rosa Douro de novo
A seguir o Avião
Saltamos para o Ele e Ela
Para passarmos ao Grandela
De longa tradição
E o Nunes com suas plantas
Que curava doenças tantas
Em frente Sapataria Pimentel
Casa Stop, Princesa das meias
Já me fogem das ideias
Tem que por no papel
A loja dos Espanhóis
Loja Império com seus lençóis
Nada causava espanto
Tínhamos a Loja das Meias
Que era dos Gouveias
Onde hoje fica o Banco
Tínhamos a casa da Moda
Ourivesaria à roda
Que era do Vidal
Havia a Loja Moderna
Rufino Maria Fernandes à perna
Sapataria e Loja Continental
O Emílio Borges de Ávila a cima
Para a Casa das Casimiras em rima
O José Júlio Rocha Abreu
Sem esquecer o Berbereia por certo
E por fim a Loja Felisberto
Onde lá trabalhei eu
E se por ventura me esqueci
De alguém que não mencionei aqui
Neste meu recordar
Não foi propositado
Foi por não me ter lembrado
Bem me queiram desculpar.
Jorge Morais
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