Olho o mar nas formas redondas do balanço musical.
Perdida no horizonte tento encontrar
a paz de uma mente que trabalha sem cessar, àquem-mar.
O mar e eu... Janelas intatas de papel colado à ilusão do ser.
O silêncio mundano não será igual. A imaginação perde-se entre as paredes duma nova corrente.
Tenho o ser escrito e crepitante... Quanto mais silenciosas forem as janelas maior será a minha abertura ao mundo nas horas pálidas do dia, olhando o mar.
2011/03/10 Rosa Silva ("Azoriana")
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