A casa "morreu" de pé tal como as árvores...



Bom dia!




Dormi pouco. Aliás, costumou-me imenso a adormecer após o cenário dantesco do fogo que arrasou o teto, interiores, janelas e portas de um edifício que estava desocupado há algum tempo, desde que a ACM se mudou para outro local que não a Canada dos Folhadais.


  Antes do incêndio de 13/14 de Junho


 


O pouco que dormi ainda deu para ter sonhos a roçar o pesadelo, que me colocou uma dor de cabeça para juntar à dor de dente. Há dores difíceis de suportar e trazem-nos pensamentos vários: o que será que originou aquele majestoso incêndio?! Será por estar há demasiado tempo sem cuidados? Será que ninguém se preocupa com a triste ocorrência para além dos vizinhos, dos Bombeiros, da PSP, dos trabalhadores da EDA e de algumas pessoas que acorreram ao local?




Ainda não vi ou ouvi notícias sobre o assunto mas quem passar pelo local irá perceber que nada é como dantes e que doravante será mais um esqueleto monumental que outrora acolheu os educandos da Associação Cristã da Mocidade, da ilha Terceira.




O que ouço é: "Já não há ACM"... Ao que me leva a retorquir... Há mas noutro local e/ou freguesia.




Tenho de me pôr atenta pois nunca se sabe a hora ou dia que uma cena destas nos possa acontecer... Ninguém está fora de perigo e o perigo espreita a cada esquina.




Se aquele edifício tiver proprietário, penso que neste momento estará a braços com uma despesa avultada ou deixará "morrer" um belo edifício que já o foi certamente.




Sempre ouvi dizer: "Vai-se tudo atrás dos donos" e eu acrescento: uma casa desabitada é uma casa moribunda sujeita a qualquer ocorrência.




Cuidemos do que é nosso legitimamente e ajudemos o nosso próximo nem que seja a chamar quem sabe cuidar.




Bom dia a todos.




14 de Junho de 2011




Rosa Silva ("Azoriana")



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