Os rostos da política

Há quinze dias, três (PS) + dois (PSD) ganharam assentos para pensar e legislar com a vontade açoriana no grande todo nacional. É assim que vejo a causa política.

As eleições recentes passadas não têm que ver com as Artarquias. As cores é que se repetem na Região.

Por muito que Berta Cabral esbraceje e levante os dedinhos de vitória antecipada, tenho cá para mim que se vai ver alaranjada para sair do seu parapeito. Por muita obra que nos mostre, há uma diferença entre o ter e o ser. Que adianta ter tanto gasto para parecer, se o coração é autoritário e se enfurece à mais pequena mexida? É uma dama de ferro e faz-me lembrar a da mesma cor nacional.

O seu ar mete respeito e apetece-me fazer continência de pés juntos e dedos em riste à direita do rosto. (Pausa).

Nada como olharmos o rosto da política com calma, segurança e o sorriso de um olhar amigo. Nada melhor do que saber ser em vez de ter (algo oco).

Em Ponta Delgada até podem ficar encantados por ora mas noutras eleições do todo regional não me parece.

Berta Cabral não está só, tem um corpo à sua volta já conhecido o que não abona a seu favor.

Quem viver verá o que virá por cá.

Aliás já se começou a ver: a cor rosa alastra pelo arquipélago.

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