Prosa da Segunda de Agosto

Depois de um
fim-de-semana em que a palavra de ordem foi cavar; limpar; comer; ver
televisão (fiquei a saber do último acto de Raul Solnado, que nos fez
rir durante anos); e da chegada da Coroa do Império de São Carlos
(encontrei o blogue da Comissão 2009), estou ainda envolta numa neblina junto do
silêncio de quatro paredes meias com o barulho do exterior: carros,
camiões, motas e poucas vozes... Não ouço é o cântico dos pássaros que
me acompanharam o fim-de-semana e que pareciam agradecer os restos de
comida de cão, digo, cadela. Pois, a cadela! Tem um tanto de meiga e
intempestiva, um tanto de revolucionária e amiga, defensora do seu
meio e das suas gentes. Descobri que tanto a cadela (que já foi cão) e
o Pipoca chamam a atenção de quem pelo meu portão passa.
:)

Hoje, falta-me o cheiro da terra... da terra cavada. O que
atrapalha mesmo é a azia.

Votos de boa semana para
todos!

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