Ao meu
Amor!
Se de rimas estás farto,
Eu não te levo a
mal...
Dentro e fora do quarto
Sou quem te ama, afinal.
E
de mim não tenhas dó,
Por te amar tanto assim:
Nunca mais me
senti só
Desde que 'stás junto a mim.
E bem sei que há
espinhos
Nas rosas, flores perfeitas,
Mas também se vê
carinhos
Na humana, que espreitas.
E eu que tenho de
graça
A flor, que em nome vês,
Qualquer espinho que faça
Só
por morte irá de vez.
Meu amor! Como te amo,
Não te vou
pedir perdão,
Porque em rima eu te aclamo
E te dou meu
coração.
E se a morte nos levar
Que seja em verbo
conjunto,
Porque o amor a dobrar
Faz-me bem contigo
junto.
Rosa Silva ("Azoriana")
Folhadais
do lugar de São
Carlos
(Com anseios de freguesia)
Angra do Heroísmo
2009/04/29
Declaração
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