Doença de familiar
Vai-me impedir de trilhar
O amor p'lo Carnaval:
Nossas Danças e Bailinhos
Já se lançam aos caminhos
Do pioneiro Festival.
Andem lá por onde andarem
Cantem lá como cantarem,
Terão sempre a primazia;
Nossa ilha é quem comanda
Este gosto que sempre anda
No coração da folia.
Se ao Salão não puder ir,
Certamente irei ouvir
Através de outra onda:
Porque fico eu doente
Se da rima for ausente
E não lhe fizer a ronda.
Cada verso de uma Dança
Alegra velho e criança
Em todas as freguesias;
Brevemente vão estar
De plantão, em algum lugar,
Aplaudindo em maresias.
Na nossa TVAZORES,
Florindo por entre cores,
Vão desfilar em directo
Os Bailinhos da Terceira
Tomando a dianteira
Neste local predilecto.
Se bem que este visual
Ilustrando o Carnaval
Não é como ver ao vivo:
Há o calor da plateia
E os "Vivas!!" da assembleia
Com seu humor sempre activo.
E Viva o Carnaval
Que já ninguém leva a mal
E gosta de festejar;
Pelas ruas da cidade
Estudantes em irmandade
Irão também desfilar.
"Tourada dos
Estudantes"
Com gostos hilariantes,
Farão furor pela rua;
À custa do "Arranhão"
Vão cair muitos ao chão
Antes da vinda da lua.
Rosa Silva ("Azoriana")
O Amor pelo Carnaval Terceirense
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