Elogio a "Colcha de Retalhos" da artesã terceirense

Andamos de braço dado,

Nesta coisa de blogar

E moramos lado a lado

Numa escrita de tear.


Os dias correm a eito,

Numa fila quase ordeira,

Escrevemos, com efeito,

À nossa linda Terceira.


E na Colcha de Retalhos,

Reside tanta esperança;

É o fruto dos trabalhos

Que trazemos de herança.


Mesmo sem nos conhecermos

Trilhamos estes caminhos,

Para aos poucos percebermos

Que não estamos sozinhos.


E de quadras gosto tanto

Mesmo que sejam demais:

Comecei no Corpo Santo

Continuo nos Folhadais.


E agora na despedida,

Meu abraço amistoso,

E na quadra mais sortida

Um sorriso clamoroso.


Rosa Silva ("Azoriana")

3 comentários:

  1. Obrigada pela dedicatória, gostava de ter queda para a poesia, mas não tenho. Gosto muito de vir aqui ao teu blog. Vou tentar entrar em contacto contigo. Beijinho

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  2. Olá Amiga Rosa. Mesmo sem nos conhecer-mos trilhamos estes caminhos, para aos poucos perceber-mos que não estamos sozinhos. Grande verdade, mas há mais. Os meus parabéns pelo lindo poema feito em homenagem à sua linda e bela Ilha. A Rosa tem os Açores no coração. Um bom Domingo. Eduardo.

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  3. Olá Amiga azoriana. É só para te dizer que está um prémio no meu blog para você que se destina a premiar o seu blog pela sua qualidade. Eduardo.

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