Andamos de braço dado,
Nesta coisa de blogar
E moramos lado a lado
Numa escrita de tear.
Os dias correm a eito,
Numa fila quase ordeira,
Escrevemos, com efeito,
À nossa linda Terceira.
E na Colcha de Retalhos,
Reside tanta esperança;
É o fruto dos trabalhos
Que trazemos de herança.
Mesmo sem nos conhecermos
Trilhamos estes caminhos,
Para aos poucos percebermos
Que não estamos sozinhos.
E de quadras gosto tanto
Mesmo que sejam demais:
Comecei no Corpo Santo
Continuo nos Folhadais.
E agora na despedida,
Meu abraço amistoso,
E na quadra mais sortida
Um sorriso clamoroso.
Rosa Silva ("Azoriana")
Elogio a "Colcha de Retalhos" da artesã terceirense
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Obrigada pela dedicatória, gostava de ter queda para a poesia, mas não tenho. Gosto muito de vir aqui ao teu blog. Vou tentar entrar em contacto contigo. Beijinho
ResponderEliminarOlá Amiga Rosa. Mesmo sem nos conhecer-mos trilhamos estes caminhos, para aos poucos perceber-mos que não estamos sozinhos. Grande verdade, mas há mais. Os meus parabéns pelo lindo poema feito em homenagem à sua linda e bela Ilha. A Rosa tem os Açores no coração. Um bom Domingo. Eduardo.
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ResponderEliminarOlá Amiga azoriana. É só para te dizer que está um prémio no meu blog para você que se destina a premiar o seu blog pela sua qualidade. Eduardo.