Após as lidas e a
confraternização da consoada; a chegada do Menino Jesus aos nossos
corações; a alegria do desembrulhar de prendas vertendo felicidade ao
rosto e coração das crianças; das visitas a familiares que se juntam
na partilha da refeição natalícia, há o dia de intervalo para se fazer
o preparo do novo fim-de-semana, que é o último deste
ano.
Falta uma mão cheia de dias para se abrirem as portas ao
dois mil e nove. Por isso, apetece-me dar-vos duas quadras daquelas
que me despontam ao ler alguns e-mails amigos que me desejaram Boas
Festas atempadamente e só agora lhes respondi. A tecnologia é avançada
mas, para mim, estagna em certas ocasiões. Sou feliz mesmo
assim.
As festas continuam enquanto a gente aguentar e estamos
próximos de mais algumas. Cada festa tem um significado e, nesta ponte
que atravessa o final do ano, há que preparar mais uma festa que,
desta vez, é um laço de ternura entre o Velho e o Novo
Ano:
Que as graças do Senhor
Abundem em cada
lar:
Haja saúde e amor
E um Ano de encantar.
Que chegue
dois mil e nove
Com um manto de fartura
E tudo aquilo que
move
A alegria e a ternura.
Rosa Silva
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