Apresentei a homenagem a José Ávila assim...

Entre versos e alguns textos

Juntei sempre bons pretextos

P’ra lhe dar algo de meu.

Parte desta criação,

Fruto da inspiração,

Tem visto um olhar seu.



Tudo começou um dia,

Cuja lema e fotografia,

Tiveram maior encanto.

Olhou para os meus versos

Não os quis só e dispersos

Plantados nesse meu canto.



Fiz assim a descoberta,

E deixei-lhe a porta aberta

P’ra quando quiser voltar:

O SAPO é nosso amigo,

Abre sempre o postigo,

P’ra quem gosta de cantar.



Chegou, então, a altura,

De lhe dar com grã ternura,

Homenagem merecida:

Caro amigo José Ávila

No meu post rejubila

Uma prosa agradecida.



Hoje é um dia feliz,

Foi tudo que sempre quis,

Depois da sua atenção:

Dar-lhe a justa homenagem

E louvar sua coragem

Em manter a tradição.



A «Tribuna Portuguesa»,

Quinzenário realeza,

Aos olhares dos emigrantes,

Que choram p’la sua ilha

Como a mãe chora uma filha

E não a vê como antes.



Não quero agora tristeza,

Nesta hora de beleza

E que a vida nos inspira...

E por ser gentil pessoa,

Merece uma prosa boa

Que fique na sua mira.



Outubro, no dia oito,

Tornei o texto afoito,

No meu blog, na Terceira:

Peço p’ra me perdoar,

Se algum erro encontrar

Nesta “nova” cantadeira.



Um abraço grande

Muito obrigada, sempre!

Rosa Maria


 


P.S. Será que ele vai gostar?! Fico à espera. I'm waiting for the answer...

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