A insónia crepita nas ondas do ser.
Abandono-me num silêncio fugídio nos leques do lençol.
Calo-me nas entranhas roxas, metralhadas de pensamentos crus.
Isolo-me na paz do teu olhar que acorda em mim.
Isso basta-me, na mansão da rebeldia. Sou este "eu" que assim é.
Viro-me para "ventos e marés". Nada sobrevive. Tudo versa num dia perfeito, rasgando a perfeição.
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