Minha homenagem ao poeta Armando Sousa

Porque as homenagens adocicam a vida... e é em vida que devem dar-se.


 



 

Nesta foto agora vejo

Um amigo muito honrado

Que mostra o seu ensejo

Por um livro abençoado.



”Os Lusíadas” de Camões

Reluzem nessa moldura;

Já o li noutras estações

Mas não fiz bem a leitura.



Hoje se o pudesse ler

Com o dom dessa paixão

Decerto iria perceber

Moldura do coração.



Coração de um Português

Com a riqueza de Dons,

Morreu pobre, sem talvez,

Conhecer tão lindos tons.



Os tons da nobre Poesia

Que deixou aos portugueses;

E na nobreza do dia

Há quem o lê muitas vezes!



Em louvor das Cinco Quinas,

- As Santas Chagas de Cristo -

Nestas quadras pequeninas

O Amor por tudo isto.



Rosa Silva (“Azoriana”)

2008/08/15







Nota: Recebi do poeta Armando Sousa algumas palavras recheadas de simpatia. Partilho convosco uma parte que agradeço de coração.



Armando Sousa, diz-me: "(...) estás levando para a frente o nosso máximo... poeta que sendo o máximo morreu numa casinha atraz da Sé de Lisboa... apenas com uma companheira Jovanesa que lhe foi fiel vendendo seus versos pelas ruas para lhe matar a fome...".



Agradeço ainda o facto de me dizer que: "Sim claro tudo que é meu podes usar... me orgulhas pela tua espontaneidade poética..."



Este é mais um carinho que guardo de um poeta que bem merece a homenagem que lhe estou oferecendo neste artigo. Ele tem nas mãos e dentro dele o Amor pela Poesia! Bravo, gentil amigo que só vejo na fotografia que encima este artigo feito homenagem.



Abraços. Bem-haja!



Rosa Maria


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