Ao «Fim» (sem fim) da nossa Desgarrada!

Quanto ao fazermos sonetos
Na perfeição que os quer
Só se for para os meus netos
Se algum dia os tiver.

Sonetos da Azoriana
São formados de luar
E quando ela se engana
Há-de o Sol rectificar.

De dia sou infeliz
À noite tomo mais gosto
Aquilo que sempre quis
Foi um luar bem disposto.

Nesta onda de euforia
De rima desenfreada,
Dou valor à Cantoria
Que por nós é muito amada.

E neste bom marulhar,
Vou directa à questão:
Desgarrada de Além Mar
Une o seu ao meu torrão.

Clarisse Sanches, de Góis,
Rosa Silva, da Terceira,
Entraram nestes anzóis,
Cantaram a noite inteira.

Minha terra tão querida,
Que à sua já quer bem,
Fica para toda a vida
No brilho do Sol também.

Que alguém lhe deite a mão
E a trate com carinho,
Para a Desgarrada, então,
Seguir o seu bom caminho.

Ficamos à disposição,
De quem a queira editar;
Que nunca levem "rasgão"
Os versos do verbo A[MAR]!

Nesta quadra a todos deixo
Cortesias desta amiga:
Não sou o poeta Aleixo
Mas dou-vos esta cantiga!

Obrigada!
desgarrada_alem_mar_parte5 

Rosa Silva ("Azoriana")

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