Às vezes... Não! Muitas vezes...
Absorvo o pensamento
Que me diz, baixinho, quase
Em silêncio adormecido:
A poesia é uma nascente
que se lança na tristeza
e alegria da gente.
Ela está em todos
mas só alguns a
espalham a rodos.
Há quem a faça correr
e há quem a deixe
solitária...
[Também se morre vivendo
na esperança do renascer!]
Eu vivo desde que
Tu te foste, enfim...
És nascente em mim.
És tu que me conduzes
Na ribeira das palavras.
[E Deus apontou-me este caminho
Onde coloco o teu (meu) sentir com carinho.]
2004/04/09
Rosa Silva ("Azoriana")
Nascente
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita! Volte sempre!