Escreve o poeta Teixeira da Silva:
(...) as ROSAS, são as rainhas das mulheres. há poucas como elas. Senão vejamos:
ROSA, é a minha amiga Azoriana.
ROSA, é a minha filha.
ROSA, é a minha mais querida cunhada, que baptizou a minha filha e lhe deu o seu nome.
ROSA, foi a parteira dos meus filhos e
ROSA, é também o maior perfume dos jardins. Não são apenas coincidências... deve haver algo mais.
Poeta, eu não sou, mas sonhei um dia sê-lo. Assim, mais um pequeno presente para si:
O SONHO DO POETA
UM POETA
POR VEZES DELIRA
COM O SONHO
TREMENDO, QUE NA VIDA
ACORDADO O TRANSPORTA
PARA UM TRABALHO COM ENGENHO.
UM POETA
POR VEZES DELIRA
NA ESPERANÇA
QUE NÃO CHEGA, ACORRENTADO
NO PRESENTE QUE JÁ É PASSADO
A ESPREITAR POR UMA NESGA.
UM POETA
POR VEZES DELIRA
COM A PAISAGEM
SONHADA, QUANTAS VEZES ENGANADO
PELA BRUMA DO UNIVERSO
QUE LHE TROCA A CAMINHADA.
UM POETA
POR VEZES DELIRA
COM AS VOZES QUE NÃO OUVE
SAÍDAS DO NADA, E PERDIDO
COM A ALMA A VIBRAR
A SUA SORTE FICOU TALHADA.
Teixeira da Silva
Respondo com: Bravo, poeta!
Ainda as Rosas e um poema de Teixeira da Silva
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita! Volte sempre!