Alma Serretense!

Pela mão d'Azoriana,
Que se quis nova bloguista,
E que de si sempre emana
Uma veia repentista:

Nasceu a onda serretense,
Fez-se canto permanente
No verso que lhe pertence
E lhe rebenta da mente.

Na toada passageira
Que neste mundo ressoa
Serreta na dianteira
P'lo amor de uma pessoa.

Matilde, era sua graça,
Gostava da freguesia...
Já não há que se lhe faça
Resta só esta maresia.

Cidália Miravento
(pseudónimo de Rosa Silva)

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