Após uma ida, demorada e com interrupção de energia eléctrica pelo meio, à feitura do tão desejado cartão do cidadão e depois de algum desespero pela impaciência minha e a de quem me rodeava na espera ansiosa, vi-me impelida a ir direitinha à Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo. Isto pode parecer medonho para um dia de férias, mas tinha que descansar os neurónios em algo que já vinha magicando há algum tempo: procurar artigos sobre a Serreta.
Nada melhor do que recorrer aos maços de jornais com cheiro a antiguidade e, por sinal, pouco manuseados. O que procurava mesmo era a revista domingueira de um jornal local. Pena é que as tardes, neste caso, sejam curtas demais pois o entusiasmo acercou-se de mim e até encontrei crónicas muito interessantes e de um autor que jamais vou esquecer porque também ele é natural da freguesia da Serreta - Fagundes Duarte. Gosto de ler o que ele escreve sempre com um tom que me coloca um sorriso.
Eis que surgiu um motivo para sorrir tanto pela boa escrita como pela recordação de algumas vivências do passado na freguesia de onde também sou natural e residi até aos vinte e um anos de idade.
Só não consegui esticar as horas para ver tudo o que queria nas tais revistas. Tal como diz o ditado "depressa e bem há pouco quem", por isso, vou esperar que chegue outra oportunidade para me regalar na escrita de um serretense.
Fiz, entretanto, outras descobertas. Uma delas foi na revista nº 49, datada de 14/03/04, que o primeiro redondel do país localiza-se nos Biscoitos e chama-se Praça de Santo António, com a particularidade de ser um redondel quadrado - "O primeiro Alvará de corridas de toiros naquela praça, do qual ainda existe pelo menos um exemplar, data de 1885, e seja assinado pelo Conde Sieuve de Meneses, Par do Reino, Vogal do Concelho de Distrito, Secretário do Governador Civil de Angra do Heroísmo, a verdade é que a tradição popular fala de Corridas de toiros naquela Praça, em épocas anteriores".
Mas, eis que, de repente, dei por mim misturada na saudade do tempo de criança e tive que sair para voltar noutro dia, quem sabe, com o coração de menina serretense menos sensível.
Nada melhor do que recorrer aos maços de jornais com cheiro a antiguidade e, por sinal, pouco manuseados. O que procurava mesmo era a revista domingueira de um jornal local. Pena é que as tardes, neste caso, sejam curtas demais pois o entusiasmo acercou-se de mim e até encontrei crónicas muito interessantes e de um autor que jamais vou esquecer porque também ele é natural da freguesia da Serreta - Fagundes Duarte. Gosto de ler o que ele escreve sempre com um tom que me coloca um sorriso.
Eis que surgiu um motivo para sorrir tanto pela boa escrita como pela recordação de algumas vivências do passado na freguesia de onde também sou natural e residi até aos vinte e um anos de idade.
Só não consegui esticar as horas para ver tudo o que queria nas tais revistas. Tal como diz o ditado "depressa e bem há pouco quem", por isso, vou esperar que chegue outra oportunidade para me regalar na escrita de um serretense.
Fiz, entretanto, outras descobertas. Uma delas foi na revista nº 49, datada de 14/03/04, que o primeiro redondel do país localiza-se nos Biscoitos e chama-se Praça de Santo António, com a particularidade de ser um redondel quadrado - "O primeiro Alvará de corridas de toiros naquela praça, do qual ainda existe pelo menos um exemplar, data de 1885, e seja assinado pelo Conde Sieuve de Meneses, Par do Reino, Vogal do Concelho de Distrito, Secretário do Governador Civil de Angra do Heroísmo, a verdade é que a tradição popular fala de Corridas de toiros naquela Praça, em épocas anteriores".
Mas, eis que, de repente, dei por mim misturada na saudade do tempo de criança e tive que sair para voltar noutro dia, quem sabe, com o coração de menina serretense menos sensível.
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