Normalmente as pessoas gostam de ler notícias optimistas, gostam de pessoas que transmitem alegria, sucesso e riqueza de sentimentos. As outras notícias caem muito mal aos olhos de quem as lê e acho que até são mais estas que se lêem a torto e direito.
Enfim, pessoalmente tenho por norma não revelar todos os passos que dou na minha vida e quando escrevo tento desenhar um «eu» recheado de sonhos e utopias, deixando a tristeza nos bastidores, se bem que nas entrelinhas se possa desenhar a tal neblina. E quem disser que não passa pela tristeza, vez em quando, é porque mente ou prefere omiti-la.
Como não gosto de mentira, revelo que estou desalmadamente triste porque nunca irei conseguir realizar sonhos que venho revelando desde que escrevo e coloco a navegar. Ainda tive uma esperança de realizar um mas perdi-a perante a realidade.
Um livro é um sonho que decididamente não consigo realizar sozinha e não tenho coragem de pedir ajuda para tal.
O sonho continua, viverá e morrerá comigo como um valor sem preço e sem papel.
Hoje, amontoo-me de palavras e sinto-me vazia e triste...
Palavras sem consolo
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