Abri duas janelas.
Coloquei-as bem dispostas
Lado a lado
E li…
“(…) sabor das palavras”
A tinta sobre a alvura [chão intacto]
- Palavra sã e doce -
Uma criação acolhedora.
É bom saborear as palavras
de
Pedro de Mendoza.
São poemas que deslizam
no elevador da minha janela
enquanto a mensagem
é enviada com um sorriso
n’outra janela
do correio feliz:
Aquele que navega
com velocidade [técnica].
Cumpre-se um ritual:
- Enviar [e Receber] -
Talvez na volta venha poema
[nova janela] - Vertical.
Procurei e encontrei:
“Os poemas imaginados são impossíveis de escrever,
impossíveis de escrever.”
Eu acredito que sim…
2006-11-09
(Lá fora está cinza… apenas o céu. Cá dentro mergulho o espírito ao sabor de palavras intactas. [Leio e zelo]: O blogue para poemas.)
E ouço Enya: "Amarantine"
Azoriana
Perfeição.
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