A brisa que nos campos se entretém
A embalar os verdes fantasiados
E no fulgor da paisagem não há quem
Se desprenda dos sentidos deslumbrados.
Fico assistindo à dança do vale
O olhar segue além o monte erguido
À espera que a brisa também o embale
Antes que a noite o faça adormecido.
É então que ouço o cantar da natureza
Que se sente feliz de verdes beleza!
Senhor fazei que para lá daquele monte
A alegria em cada coração desponte.
Azoriana
Dança do vale
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Este poema é muito bonito e realmente é algo que eu estava a precisar - senti-me num campo verdejante cheio de passarinhos a entoarem lindas melodias. Beijinhos.
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