Dança do vale





A brisa que nos campos se entretém

A embalar os verdes fantasiados

E no fulgor da paisagem não há quem

Se desprenda dos sentidos deslumbrados.

Fico assistindo à dança do vale

O olhar segue além o monte erguido

À espera que a brisa também o embale

Antes que a noite o faça adormecido.



É então que ouço o cantar da natureza

Que se sente feliz de verdes beleza!



Senhor fazei que para lá daquele monte

A alegria em cada coração desponte.



Azoriana

1 comentário:

  1. Este poema é muito bonito e realmente é algo que eu estava a precisar - senti-me num campo verdejante cheio de passarinhos a entoarem lindas melodias. Beijinhos.

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