Açores da minh'Alma
Toda a fragrância botânica,
Dos jardins de Portugal;
Lê-se no viaOceânica,
E no AZORESdigital.
O mesmo mar que alaga,
A terra que habitamos;
Recebe em cada vaga,
As saudade que mandamos.
No meio do Norte Atlântico,
Está o berço dos imigrantes;
Que hoje as ondas em cântico,
Beija-o por nós tão distantes.
Imigrante que te encontras,
Ausente de quem queres tanto;
Das nove ilhas; nove montras,
Do Divino Espírito Santo.
A última das Três Pessoas
Com anjos, cantando hosanas;
Voou e pousou nas coroas,
Das ilhas Açorianas.
Açores, qual jardim da frente,
Dum pai que tem nove filhas;
Da América p'ró Continente,
Primeiro se entra nas nove ilhas.
Denis Correia (*)
(*) É natural da Vila das Lajes, ilha das Flores, Açores. Segundo a nota prévia na ViaOceanica.com vive actualmente na cidade de Hamilton, no Ontário, Canadá.
Por favor sigam este link, para ler mais sobre o Poeta e seus Poemas.
Agradeço reconhecida o bonito e-mail que me foi dirigido por Denis Correia Almeida. Bem-haja!
Um poema que gosto muito de Denis Correia Almeida
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