Caros Poetas que ali depositais
Alegrias e sentires pessoais,
Raramente ireis ficar sem presente;
Todos merecem cartão eloquente.
Os nossos ouçam palavras reais
E nesta Quadra cremos ser iguais;
Sei que o Menino ama toda a gente
Doravante a Estrela é mais luzente.
E a vós e vossas famílias queridas
Neste postal coloco mais relevo:
Aceitai meus votos de Feliz Natal!
Tamanho é meu desejo e enlevo.
Antes que o galo cante tom divinal,
Louvai o Menino com linhas sentidas!
Este soneto foi feito seguindo o mote deixado por Bernardo Trancoso, no seu sítio - SONETOS.com.br - e que aqui transcrevo:
"É chegada a hora de enviar cartões de Natal àqueles seres especiais que fazem parte das nossas vidas. Difícil é escrever, num pequeno pedaço de papel, de um modo belo e sucinto, todo o apreço que sentimos... Diante deste desafio, que tal seguir alguns poetas deste sítio e tentar um soneto?"
Rosa Silva ("Azoriana")
Artigo 670: Cartões de Natal (acróstico)
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