Se o meu pai fosse vivo, hoje estaria à espera do bolinho a seguir ao jantar em família. Ao todo seriam nove pessoas à volta da mesa. Era um dia que ele fazia questão de não ficar esquecido.
Hoje, falta a minha mãe que já não está no mundo dos vivos, e também um dos netos que anda na terra que não avista o mar, mas sei que está a gostar do estudo.
Hoje, basta-me olhar o mar... porque sempre me lembro que o meu pai tinha uma paixão por ele... esse mar que espreitou o seu nascer há 76 anos, junto ao cais de Santo Amaro, da bela Ilha do Pico.
Hoje...
fico por aqui...
no silêncio
do mar.
Azoriana
Etiquetas
abusos
(2)
açores
(1436)
agradecimentos_dedicatórias_aniversários
(1570)
bparlsr
(1)
cmah
(3)
coimbra
(8)
destaques
(2098)
especiais
(114)
eventos_informação
(1454)
ganadaria_bruno_rocha
(2)
hseit
(10)
inteligência_artificial
(3)
jornal_da_praia
(9)
lar_doce_livro
(3)
mabo_neta_matilde_alexandra
(28)
minhas_coletâneas
(1243)
mulheres_na_cantoria
(4)
nossa_senhora_milagres
(3)
personalidades
(1386)
personalidades_manuel_gonçalves_correia
(1)
personalidades_museu_carlos_tomás
(1)
pessoais_assim_de_repente
(2)
pessoais_da_azoriana
(2837)
pessoais_desenho_sonetos
(2)
pessoais_in_pergaminhos
(2)
pessoais_livro_serreta_na_intimidade
(18)
pessoais_onda_de_sonetos
(1)
pessoais_pétalas_da_serretense
(22)
pessoais_recheio_de_rimas
(1)
pessoais_sentir_ilhéu
(39)
pessoais_soneto_ou_sonetilho
(983)
pessoais_um_olhar_terceirense
(4)
poeta_álamo_oliveira
(7)
poetas_roseangelina_&_diniz_borges
(1)
quinta_do_olé_toiro_ter
(1)
rancho_santo_amaro_pico
(1)
serreta
(778)
serreta_150_anos_sfrs
(4)
srpcba
(1)
terceira_plus
(5)
2 de Dezembro
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita! Volte sempre!