(logotipo do blog GiraFlor)
Parabéns bonita Flor,
que navegas neste jardim
fazes um ano, GiraFlor
continua feliz assim!
Teus poemas de coração
teus sonhos e pensamento
bonita a tua inspiração:
És uma jovem com talento!
Um abraço de alegria
Parabéns e felicidade
Fica registado o dia:
um sorriso de amizade!
Beijinhos
Azoriana
Etiquetas
GiraFlor fez um ano
Parabéns, AQUI, ainda a tempo...
O comentário que deixei no blog, com mais que palavras de Maria do Céu Costa, que fez o primeiro aniversário a 29 de Outubro de 2005.
Aqui fica a minha homenagem, na forma ordenada:
Um ano estás a comemorar
Mereces toda a nossa atenção
Venho aqui para hoje deixar
Um abraço e um xi coração.
Teu blog repleto de inspiração
Destaca-se neste aniversário
Poemas que causam emoção
O ponto alto deste teu diário.
Parabéns! Parabéns!
Cantamos a uma só voz
Parabéns! Parabéns!
"AQUI" um abraço de todos nós!
Azoriana
Halloween
Siga o link, por favor.
Faz um ano que publiquei o artigo e continua com validade.
Pode, também, ler-se um texto muito interessante
no blog "Ideias e Ideais"
alusivo ao Halloween.
Nota especial: Um beijinho e as melhoras para a sua mãe
que está de aniversário.
© Azoriana
Bio[grafia]
As águas cantaram
rasgadas numa tarde de Abril
e eu nasci
nas mãos que me lavaram
na nova luz.
Recebi o perfume
das águas bentas.
Espiguei entre
[chuvas e sóis]
choros e alegrias
fantasias de abraços
nos dias e noites
voltados p'ra ilha
assente nas águas
que brindaram
o meu olhar
de
água...
que vive!
Azoriana
Açores
Açores
terras limpas
de cores
e belas flores
o paraíso vivo
onde melros-pretos
as toutinegras
e demais avezinhas
chilreiam na passagem.
Não! Não é miragem...
O campo abre-se fresco
longe de todo o resto
e
leva-se saudade
quando se parte a debalde.
Açores
nove sementes
de cores diferentes
com alma
e
coração...
Nove estrelas
presentes na Bandeira
da nossa Região!
Deus dá-lhes a Mão!
Azoriana
Bom fim de semana!
Aproxima-se mais um fim de semana
É neste que vai mudar nossa hora
Mais um tempinho p'ra ver a cama
Serões maiores a partir de agora.
Atrasa-se o relógio no dia trinta
e entra o horário de Inverno a jeito.
Desejo que toda a gente se sinta
bem disposta com relógio a preceito.
Bom fim de semana para todos!
Azoriana
"Oceano sem fim" já fez um ano
Não sei se fui eu que fui lá ter
Se foi ele que veio ao meu blog parar.
Digo-vos que gostei de lá ir ler,
os versos de quem aprecia tanto o mar.
Comemora o seu primeiro aniversário
Em Outubro de 2004 iniciou seu navegar
No "Oceano sem fim" deixei outrora o comentário:
(...) ficamos rodeados de gente que gosta do mar".
Muitos Parabéns virás aqui encontrar
e peço aos leitores pra te visitar.
Um abraço
SÓ...
Imagem daqui
Ao primo olhar não se pode saber,
sob o mesmo lençol, o ponto de parada
e de partida. Sem hora marcada,
amor é sonho na música do prazer.
Recomeçar palavras p'ra esquecer
a solidão: rima desamparada.
Amor sem vida é vida anulada.
Importante é revestir meu escrever!
Sobre nós: canto o ciúme, tal barreira;
Vazio, lágrimas sós à derradeira
corrida do segundo que nos mói...
À espera do terno eterno... Quem?!
Recomeçar?! Difícil ver aquém...
Falar d'amor?! Um sonho que só... Dói!
Rosa Silva ("Azoriana")
Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=6235
Índice temático: Desenho sonetos
É bonito ler que...
"(...) a única maneira de não se deixar morrer um poeta é editar-lhe e publicar-lhe a obra (...)"
in (Texto do Professor Doutor Luís Manuel Fagundes Duarte, utilizado na sessão comemorativa do 10º aniversário da morte (2/9/1995) e 81 anos do nascimento (30/9/1924) do P.e Coelho de Sousa, e publicado no Diário Insular de 20/10/2005).
História do Pinguinhas! (conto infantil)
Era uma vez um gatinho
que andava pelo caminho,
era bonito e corajoso
mas também muito guloso.
II
Um dia resolveu virar latas
em todas batia com as patas
não tardou todo enferrujado
e não encontrava um gelado.
III
As unhas ficaram a descoberto
o raio do bicho era bem esperto;
ele até nem era mau lutador
mas de repente sentiu uma dor.
IV
Saiu de dentro da lata a correr
um ratinho, furioso, queria-o comer.
Ele então saiu tanto arrepiado
e ficou o tal sarilho armado.
V
O dono quando o viu a sair
desatou então a bom rir
porque a cabeça "desconhecida"
parecia uma arma destemida.
VI
As orelhas estavam nem flechas
o nariz e mais as bochechas
nem de gato havia semelhança
era o horror para uma criança.
VII
Então este nosso gatinho
fugiu como cão no caminho
aterrou numa poça de lama
parecia que tinha um pijama.
VIII
Sabem o que aconteceu depois?!
O gatinho ficou em maus lençóis
nunca mais quis saber do dono
e ficou na valeta cheio de sono.
IX
Passou então uma menina loira
que trazia uma pá e uma vassoira
mas não fez mal ao bichinho
levou-o e tratou-o com carinho.
X
Arranjou-lhe um lindo casaquinho
um laço e também um colarinho,
foi com ele para o quintal
e este não lhe fez nenhum mal.
XI
Eis que o dono aparece, disfarçado,
e leva o gato preso p'lo rabo.
Este que já gostava da pequena
tratou de resolver esta cena.
XII
Levantou outra vez as orelhas
o pêlo quase a chegar às telhas
deu um berro tão dilatado
que o dono ficou assustado.
XIII
O gatinho dizia lá consigo:
Anda dono, tu és um atrevido!
Quero ficar com esta princesa
não quero mais a cabeleira tesa.
XIV
A menina foi um dia p'ra cidade
e cheia de muita habilidade
num cestinho levava o bigodes:
- Com esse gato será que podes?!
XV
Chegou perto do supermercado
o gato outra vez endiabrado
era só com o nariz bem no ar
e tudo lhe apetecia cheirar.
XVI
A menina, coitada, não o segurou
ele de repente do cesto voou
e foi cair junto do peixeiro
e lá estava com olho matreiro.
XVII
A cavala com o rabo de fora
o gato pegou nela e foi embora.
Nunca mais ninguém soube dele
a pequena nem teve mão nele.
XVIII
Por isso fica aqui o alerta
se fizerem alguma descoberta
já sabem de quem é o gatinho
não o deixem ficar sozinho.
XIX
Dizem que foi p'ra Serreta
ou então continua na valeta,
mas a menina que chora, ainda,
deseja de novo a sua vinda.
XX
Cá p'ra mim é gato manhoso
que gosta de andar furioso
e com os pelos nas alturas
sempre a aprontar diabruras.
XXI
Eu já estou a ficar cansada
de gatos e da bicharada
pois agora até as galinhas
tem febre, as pobrezinhas.
XXII
Isto onde é que vai parar
se um gato não pode miar
se a galinha nem vai por ovo
tem de começar tudo de novo.
XXIII
O gato ainda é tal sortudo
que pode comer de tudo
agente qualquer dia o come
não vamos ficar cheios de fome.
XXIV
Olha que gato assim arrepiado
cheio de pelo e tão zangado
não deve ter muito alimento
e não tem forma de sustento.
XXV
Eu é que já estou a gatinhar
para esta história alinhavar
vou ter de colocar uns pontos:
Não nasci p'ra contar contos!
XXVI
Será que alguém vai ler
tudo o que estive a escrever?!
Talvez o gato até apareça
e fique com dor de cabeça.
XXVII
Só falta dar nome ao bichano
dizer-lhe "adeus" até p'ro ano,
dar-lhe umas sopas morninhas
e não vale rir do "Pinguinhas"!
FIM
Rosa Silva ("Azoriana")
Adoro a chuva
Adoro a chuva...
que vem de dentro
sem ser tocada a vento.
Adoro a chuva
lá fora
e sei que bem te adora
por um momento.
É tão bom chover lá fora
enquanto que cá dentro
é como se fosse outrora
sem tempo
e
ouço o tom
que me cativa...
Azoriana
Num dia molhado de cinza
Imagem daqui
Chove com uma cadência que implora a permanecer no sossego.
Ouço melodias simpáticas até que o Sol faça a viragem da cinza.
O vento acusa o movimento e eu... fico serena no pensamento...
a sonhar...
só, sonho!
© Azoriana
Mais uma linda canção: "Chuvas de Verão" - KLB
Veio feito nuvem, numa ventania
Cheia de paixão, tarde de verão, chovia
Entrou pelos meus olhos sutil e tão fugaz
Fera fugitiva numa tentativa de paz
Relaxou meus nervos, sentimento alado
Senti minar na pele transpirar de leve, pecado
Revirei teus poros relâmpago e viril
Rajada de vento em beijos turbulentos, seduziu
Navegar teus sonhos, regar teus sentimentos
Orvalho de amor, flor de pensamento
Nuvem passageira, inverno de paixão
Amor de primavera, em chuvas de verão
Uma canção romântica: "Por causa de você" - KLB
Só você não vê
Fingi que não sabe
Que estou sofrendo
Por causa de você
Sonho que não vê
Luzes da cidade
Eu me sinto só
Por causa de você
Eu te quero tanto
Tanto que nem sei dizer
E a felicidade pra mim
É nunca perder você
Peço pra uma estrela
Pra te convencer, em fim
Que não sou ninguém sem você
E não há você sem mim.
E há mais vozes que sabem cantar esta canção.
Ai, as vírgulas...
Nem sempre se escreve tudo o que se sente
nem com o brilho da forma clara e sapiente;
há entrelinhas, parênteses e outros pontos (omissos)
e, para mim, as vírgulas são grandes compromissos.
Nunca sei, ao certo, onde as devo colocar
e corro o risco do texto até se atrasar.
A ideia chega e logo vai ser interrompida
não posso vestir a frase de saia muito comprida.
Já repararam como as vírgulas são importantes?
- Onde é que eu já li isto antes?!
Se algum dia virem uma vírgula atrapalhada,
por favor ajudem-na, não a deixem agoniada.
Azoriana
Amizade sincera
- A Rosa, de rosa, com a rosa é rosa.
Esta foi a frase que começou uma conversa entre amigos.
Ele pergunta: - E tu estás de rosa com uma rosa na mão?
Ela responde: - Não! Mas qualquer dia faço isso.
E depois falaram da amizade sincera.
Tens aqui uma amizade
que quer ver-te risonho
nunca haverá falsidade
nem um texto medonho.
Ele então afirma: - És uma amiga muito especial para mim, sabes isso?
Ela responde: - E tu és o único que permanece comigo desde há anos. És um confidente. Penso que nunca te tratei mal nem com palavras ou actos.
Nós, seres humanos, precisamos de ter uma amizade especial. Pode nem ser real, palpável. Mas temos de ter alguém com quem contar para todos os momentos sobretudo aqueles em que um ombro faz falta, ou naqueles que o riso queremos partilhar. Eu sinto isso por ti, tu que estás sempre atento e já conheces as minhas variações de humor.Se me isolo sabes que estou sofrendo, se falo demais sabes que estou atravessando outra maré, se as rimas saem vantajosas é sinal de que estou feliz e nem te falo quando há choros convulsivos ... porque esses nem dá para falar porque estou a chorar.
Desejo que todos tenham uma amizade sincera e especial, porque serão mais felizes!
Um abraço especial para ti amigo!
Azoriana
História de uma vida
A história que vos vou passar
não é para rir nem para chorar
se há coincidências ou não
deixo à vossa consideração.
Azoriana
«Era uma vez uma menina, daquelas que tem caracóis, e se não tivesse, inventavam-lhe uns com tiras de pano branco, e que chegou a vestir uns vestidinhos de tule, veludo e cores de demais fitas e lacinhos, que vinham das Américas, para lhe dar beleza mesmo que já se sentisse bela junto das belezas naturais da sua terra com cheiro a cedro e sal.
Filha de pais exemplares, sem defeitos que se notassem do exterior do recinto doméstico, cumpridores de suas obrigações civis e religiosas, honrados trabalhadores do nascer ao pôr-do-sol, e de quem não se admitiam falhas próprias ou dos descendentes. Isso era uma inquietação permanente para esta menina, que deixou de ser a menina que de tempos a tempos se olhava no espelho para confirmar as bocas que ouvia, de que seria bonita e cativante. Estes elogios sabiam-lhe bem mas não duravam o tempo suficiente para se tornarem reais.
Passou, então, a fazer outros percursos no seu dia-a-dia que a obrigavam a conhecer novas gentes e lugares, a estudar os livros que os pais lhe compravam quando iam à única cidade que ela sabia que estava à distância de uma viagem atribulada do transporte público que começava a ser a novidade de outrora. Esta menina começava a fugir-lhe a inocência. (Que pena!)
Aos poucos descobria que o seu mundo era tão monótono e rotineiro. Novas visões explêndidas se lhe deparavam pela frente, tantos sonhos acercavam-se da sua mente, tantos desejos impossíveis de realizar. Queria ser diferente mas por si só não o conseguia. E sonhava, sonhava...
Quando surgiu a caixinha mágica que possibilitava ver os filmes em casa, ao alcance de um botão redondinho, ela adorava aquelas cenas apaixonadas, aqueles amores que no fim deixavam no ar a emoção da frase: "e viveram felizes para sempre", como num conto de fadas. Salvava-se sempre o autor ou actriz principal e até podiam morrer os outros todos, que só interessava o final ser feliz. Não lhe era permitido ver todas as cenas e sobretudo as que continham eventos chocantes e se destinadas só para adultos.
Então, ela olhava-se no espelho e reparava que ele não lhe dizia ser bonita como as donzelas dos filmes. (Que grande pena!...)
Eis que, de repente, os infortúnios da vida foram sucedendo. A doença bateu à porta dos progenitores e outras tragédias que marcaram para sempre esta jovem. Teve que ser adulta à pressão. Aprendeu a fazer de tudo, quer nas lidas domésticas quer nas agrícolas. Tanto sabia lavar a roupa como cavar com a enxada. Só não apreciava tanto o lume do fogão.
Não havia filhos varões naquela moradia, perto da serra, mas havia esta jovem que era chamada a ajudar, mesmo que a vontade nem sempre estivesse acordada.
Depois que foi estudar para outra escola, ela ficava triste porque via as suas colegas com namoricos e ela por si ficava tão à margem. Convencera-se de que era menos bela e apenas devia cumprir com as normas ditadas pelos pais e ser a melhor em tudo a que se dedicasse. Decorou páginas e páginas da sabedoria de tantos livros, com vírgulas, pontos e exclamações. Com o passar de ano, ela esquecia grande parte do que estudara e o que ficava ainda activo era sobretudo o que a marcara mais, pela negativa.
Um dia, o espelho sorriu-lhe. Ela tinha um namorado. Oh! Que felicidade! Os sonhos podiam tornar-se realidade. Seria tudo diferente e teria a sua independência. Teria uma casinha, um cantinho onde podia amar, beijar e construir a sua história de fadas, muito romântica, onde se podia ler no fim: "e foram felizes para sempre". Tão lindo... lindo!
Seguiram-se uns anos de encontros domingueiros e sempre às claras. Esta jovem via crescer em si todos os sintomas de que estava apaixonada por alguém. A partir daí foi fácil reunir todos os apetrechos de um lar e chegou o bendito dia do enlace. (Uma cerimónia inesquecível!). A noiva era suposto não chegar primeiro que o noivo, mas chegou e teve de aguardar. (Mau sinal, diriam algumas vozes!).
Estava tão feliz! Estava alcançando tudo o que mais sonhara. Se se olhasse o mapa-mundo havia um pedacito que era deste recém casal, onde as ervinhas, o pequeno jardim, as pedras que muravam o recinto, a casa branquinha asseada de onde se avistava os tons verde e azul, terra e mar, pareciam receber este casal com uma alegria infinita.
Afinal tudo o que ela vira nos filmes cor-de-rosa estava a acontecer-lhe na vida real. Só que não foi eterna esta maravilha. O cor-de-rosa aos poucos foi-se tornando cinzento. Quanto mais amor queria dar e receber, mais ele fugia como se tivesse espinhos.
Aquela menina, agora feita mulher, tinha então outros bens que tinha dado à luz: os filhos que eram o fruto de seu amor. A maior alegria que teve na vida foi saber-se mãe. Tinha sentido dentro de si a emoção do crescimento dos filhos e fora ela que tinha dado o primeiro beijo após o nascimento de tão queridos entes. Como é lindo o nascer de um filho!
Descobriu que não era tão importante a sua beleza física, mas o conseguir que aos filhos não faltasse o essencial.
Mas esta mulher continuava a lutar e a sonhar, mas o sonho perdeu a forma toda e despenhou-se por entre choros, pranto e mágoas. Abalada ficou toda a confiança e abriu a porta à sua libertação, numa grande confusão.
A partir daí, muito se passou abaixo das nuvens (daria um filme) e os sonhos são pedaços do sono numa folha de água... O maior sonho é a total libertação e ainda ser livro antes que mergulhe na terra do epitáfio.»
Altar Virtual
Peço que nunca deixem a Senhora dos Milagres sem uma luz, uma prece e/ou agradecimento, no seu , pois nem todos podemos estar presentes junto ao Seu Altar real.
Quem não estima a sua mãe? E esta é a Mãe que todos temos e que não faz distinções de qualquer espécie. Ela ama a todos. Estamos atravessando uma era com mil e um perigos que nos ameaçam, quer da natureza, quer da humanidade.
Temos que nos juntar a uma força superior a nós e essa força só virá da nossa Mãe, que todos os dias nos dá o seu Sorriso. Vamos retribuir-lhe?
Acende a tua vela e sentirás um alívio.
Azoriana
Louvor a Maria!
O papel está frio. Toco-lhe com o pensamento para ver se este aquece alguma letra para formar a palavra, o parágrafo, o texto, mas em vão... Tudo continua frio.
Batem à porta e fico com uma frase:
"A tarefa mais importante da educação é transformar o ser humano em líder de si mesmo, líder dos seus pensamentos e emoções." (Cury; 2004:149)
Eis que o pensamento ganha uma força especial a 13 de Outubro de 2005: É dia de aniversário da última aparição da Virgem em Fátima.
Sempre que se pensa na nossa Mãe, qualquer papel se aquece num Louvor a Maria!
Azoriana
Feira do Cavalo e do Toiro 2005
Leiam as notícias, seguindo os links.
Querida amiga FelizBela,
Depois de um dia extenuante, nada melhor que repousar o cérebro na leitura, calma, do panfleto com o convite para a participação na "Feira do Cavalo e do Toiro 2005", na Vinha Brava, Ilha Terceira, do dia 13 a 16 de Outubro, terminando, assim, a época taurina brilhantemente.
- Provas de Ensino
- Tourada com Concurso de Capinhas
- Toureio a Cavalo
- Treinos de Forcados
- Concurso de Modelo e Andamentos
- Tenta Comentada
- Exibição de Tauromaquia Popular
- Palestras
- Exibição de Falcoeiro de Alter
e Noites Temáticas:
- "Arraial da Tourada à Corda"
- "Toiros com Música"
- "Cavalos e Fado"
entre outros festejos e prémios.
Um programa diversificado e um espectáculo recheado da tradição terceirense, muito do agrado dos residentes e não só.
Que o estado do tempo permita a sua plena realização.
A mim só me falta o transporte para lá chegar ou então ir a pé, se as condições climatéricas o permitirem.
FelizBela, sei que não podes estar presente mas vai lendo o que se escreve sobre este grandioso espectáculo.
Abraço!
Azoriana
O porquê de uma melodia...
"O meu menino é d'oiro"
Um amigo enviou-me o link para esta bela canção.
Agradeço com o melhor sorriso, coberto de saudade por entre um choro cativo em silêncio...
Não comunico muitas vezes com o meu filho...
não o chamo a todas as horas visíveis mas ele sabe que estou aqui a pensar nele e que o coração da mãe fala mais alto que qualquer meio de comunicação...
Ele está a fazer-se homem, já não é pequenino!
A vida começou para ele mesmo que dependente de ajuda.
Levo o menino no meu trenó e há lágrimas que não se vêem mas estão cá a navegar em outras horas, aquelas que só eu vejo.
Menino de oiro
Voz Isabel Silvestre
Letra e música: Zeca Afonso
(fado de Coimbra)
O meu menino é d'oiro
É d'oiro fino
Não façam caso que é pequenino
O meu menino é d'oiro
D'oiro fagueiro
Hei-de levá-lo no meu veleiro.
Venham aves do céu
Pousar de mansinho
Por sobre os ombros do meu menino
Do meu menino, do meu menino
Venha comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino no meu trenó.
Quantos sonhos ligeiros
p'ra teu sossego
Menino avaro não tenhas medo
Onde fores no teu sonho
Quero ir contigo
Menino de oiro sou teu amigo
Venham altas montanhas
Ventos do mar
Que o meu menino
Nasceu p'r'amar
Venha comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino no meu trenó.
O meu menino é d'oiro
É d'oiro é de oiro fino...
Venham altas montanhas
Ventos do mar....
Angra continua vestida de rosa
Angra do Heroísmo e a Praia da Vitória vestiram-se de rosa com a maioria absoluta. :-) Confira estes e outros resultados das Eleições Autárquicas 2005.
© Azoriana
Um soneto de um Poeta Brasileiro, de Guarulhos
LUCIDEZ E LOUCURA
de Francisco C. Monteiro
O soneto que hoje fiz foi escrito
D'uma forma correta, d'um modo inverso
Sei que morro no final de cada verso
Para enfim renascer no infinito
Infinito este no qual ecoa meu grito
Nos confins do meu pequeno universo
Onde comigo falo, me contradigo, me desconverso
No mesmo instante que sou feliz, estou aflito!
Travo um diálogo mudo entre lucidez e loucura
No mundo claro da minha sala escura
Onde, cansado de não correr eu me deito
Tateando na cegueira a minha mão procura
achar o teu semblante, a tua figura
Para dormir o sono do amor no teu peito!
_________________________
(Nota: Orgulho-me do poeta me ter enviado, para o comentário do artigo "Porque Angra... é bela!", um dos seus mais belos sonetos.
Que tenha sempre muita inspiração e desejo-lhe muita felicidade.
Um Obrigado sorridente da "Azoriana", Terceirense.)
Dia de Aniversário - Data especial
Que dia este, tão mimoso,
o Sol até está radioso,
saberá ele do aniversário
que marca hoje meu calendário?!
Foi há nove anos atrás,
que nasceu este meu rapaz.
Hoje ficou tão contente
pelo comemorar diferente.
Um passeio a pé fomos dar
passámos bem rente ao mar
rimos, falámos, de mão dada,
a Festa dos Nove, comemorada.
Dizem ser data especial
por calhar no dia igual
quando do seu nascimento:
Que grande acontecimento!
Fica também para recordar
Que hoje foi dia de votar
Ele foi comigo para ver
A mãe cumprir com seu dever.
Um beijinho de Parabéns, para ti, Filho!
Azoriana
Porque Angra... é bela!
Que curioso é o ninho,
aconchego benevolente,
dali sai o passarinho
livre... tão somente!
E nós que o apreciamos,
envolvidos em razões,
porque não o imitamos?!
Só no dia de eleições!
Voamos p'ro nosso dever
com asas no pensamento...
Há quem queira o poder
aventando um novo tempo.
Mas Angra, é a linda cidade,
um ninho tão especial,
património da humanidade.
És bela flor de Portugal.
Azoriana
Não posso deixar ficar a quadra, que me foi dirigida, por um amigo de Parada de Gonta, no comentário deste artigo. Por isso aqui a coloco ordenada e agradeço ao seu autor:
"Bela flor de Portugal,
Jardim d'água em Terra Santa,
Angra de um Heroísmo tal,
Tens uma Rosa que te canta!"
© CA
E chegaram mais umas quadras de Paulo Póvoa, autor do blog «Frases e Poemas», que também merecem destaque e o meu agradecimento:
"E que bela rosa que eu vejo,
a escrever sem parar,
dedica à sua linda terra,
que com ela sempre vai brilhar.
És rosa de mil encantos,
és flor de carinho,
com a escrita causas espantos,
por escreveres sempre com muito miminho."
Momentos felizes!
Hoje, ao contrário de outros dias, levantei-me cedo.
Algumas tarefas para fazer, inadiáveis e, depois, chegou a hora da tarefa que me dá o pão nosso de cada mês.
Mas eis que senti o Amor de Nossa Senhora dos Milagres. É verdade! A minha querida Mãe, hoje sorriu-me e deu-me felicidade.
Eu penso muito Nela, falo muito com Ela e senti, de facto, que Ela estendeu-me o braço, que notei numa chamada telefónica, vinda de muito longe.
Tive, assim, mais uma vez, a prova de que Ela é a Mãe que está atenta aos seus filhos na terra.
Obrigado, sempre!
E por escrever de filhos... aproxima-se um grande dia: é que o meu filho mais novo faz 9 anos no dia 9 e é um Domingo.
Quem me dera puder fazer-lhe uma festa de arromba, mas terei de fazê-la pequenina mas risonha.
Adorava que alguém nos convidasse para um jantar de nove velas! :-)
Azoriana
Implantação da República há 95 anos
É com contentamento que vos indico a leitura de um artigo sobre o dia 5 de Outubro de 1910, no Jornal "A Voz de Portugal", que ocupa o início da primeira página e continua na seguinte.
É também motivo de alegria, para mim, o que vem publicado na página 12, deste jornal, no "Cantinho da Poesia", cujo título é Amizade. Obrigado!
Relembro também o que escrevi acerca desta data no ano transacto.
Azoriana
"Bom Dia Açores"
Foi da voz do Sr. Pedro Moura, no programa "Bom dia Açores", da RTP Açores, que ouvi que hoje é dia do animal.
Falou-se também da Associação dos Amigos dos Animais da Ilha Terceira (consulte o site seguindo o link e se gosta de animais fique atento às novidades).
Depois de ver o programa (repetição da tarde), que estava a ser gravado na ilha Terceira, lembrou-me de algo que não sei se vai a tempo de ter adeptos. Imaginem que o Sr. Pedro Moura se reunia com os bloguistas da Terceira num convívio salutar. Mas quais são os bloguistas da Terceira? Alguns estão listados no blog açoriano - foguetabraze - de Nuno Barata Almeida Sousa. Contei 12:
- álamo esguio
- an'arka
- azoriana / açoriana (que é este:))
- esfinge do mar
- fernão capelo gaivota
- miauu girls
- miragatos
- ofeliazinha
- o vent(ilha)dor
- porto das pipas
- starwatcher
- república das faias
- Ideias e Ideais
- quebra cabeças
- Grito d'alma (este não tenho certeza)
- os meus favoritos
De certeza que este artigo não vai ser lido pelo apresentador do programa, atrás mencionado, mas fica a sugestão. Será que os blogs merecem notícia?! Qual a tua opinião?
Azoriana
A Tourada do Terreiro da Serreta
Voltei da freguesia da Serreta, neste Domingo. Fui à tourada de sábado, dia primeiro do mês de Outubro.
É uma tourada só para "sócios", amigos e famílias. Pouca gente mas boa gente.
As mordomas trataram de tudo, desde a organização do evento até ao repartir de comes e bebes pelos pastores e gentes envolvidas nesta diversão, muito própria do povo Terceirense.
O gosto por esta arte brava vem mui distante no tempo. Basta ler a história da Ilha Terceira.
Esta tourada é especial porque é uma tourada para os moradores do Terreiro da Serreta.
Este ano consegui apreciar o descarregar das quatro gaiolas com a ajuda do tractor
e de ver o toiro de perto... bem perto.
O "quinto" toiro é sempre o mais engraçado porque corresponde à ida de casa em casa, no percurso do arraial, para matar o bicho (entenda-se beber umas cervejolas, vinho ou outro aperitivo que faça as gargalhadas estalar pela noite dentro, porque não há pressa... o dia seguinte é Domingo!)
Alguns dos elementos da Filarmónica da Serreta, como sempre, abrilhantaram este último festejo com as tocatas já bem decoradas.
Foi assim o começar de Outubro... quando a noite já vai caindo fria.
Azoriana