Que vida?!

Há sonetos a sorrir que eu já li,
Outros como este foi aberto choro...
A Deus neste meu versejar imploro:
- Vinde, Amigo! Preciso de ti.

As mãos levanto. Tanto que já vivi,
Tanto que já chorei mas nem decoro,
Passado no presente é inodoro.
Por meus filhos cheguei até aqui.

Mas... que fazer da nova geração?!
Os jovens agarram-se ao gargalo
Do vício malvado e infernal.

Nada se pode dizer. Ouvem mal...
Cedo vão perder no jogo do galo.
- Deixem viver o vosso coração!


Rosa Silva ("Azoriana")


 


 


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