Por vezes o texto surge assim...

Aportuguesando a expressão inglesa "my life" dir-se-ia mailaife e nem era quebra-cabeças por aí além porque é tempo de "sunshine" - brilha o sol.
Claro que o sol brilha pertinho do porto das pipas, um espaço quase renovado onde se calhar escrevo apenas, e lá mesmo, algumas frases e poemas.
Mas imaginem que há um pé de vento ou uma rebeldia doce para me acompanhar. Nesse instante largo tudo e vamos para o Centro Cool tural numa mudança de ares ouvir belos cantares em Romaria.
Sonhei que estava em Parada de Gonta a festejar um aniversário, à volta de um bom manjar acompanhada por um grupo do tacho, que é o mesmo que dizer um encontro com ricos manjares.
Nasce uma alma lusa, de arte por um canudo... será? Não! Minto... é mais a arte que vale tudo, com alma de poeta que sabe a cor do mar na conquista de doces aromas, envolta em poemas de amor e dor, e onde por vezes rebentam lágrimas ocultas.
Hoje não me apetece chorar, apetece-me ouvir umas fábulas para contar à Pipoca e Companhia, e também a uma eternamente menina que queira festejar este dia.
Afinal o Dia da Criança é qualquer um mas este é-lhe dedicado em especial, quer seja menino da rua, menino do lar, menino sorriso ou menino a chorar:
Eu também já fui criança e hoje não me levem a mal eu apenas quis brincar.
Juntem-se aqui e vamos brindar: Os pequenitos.

1-6-2005

Azoriana

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