Pensar que hoje,
tal como ontem,
não sei peneirar os meus versos
apeteceu-me, apenas,
debulhar palavras ao vento
e escolher as singelas rajadas
espalhadas no tempo.
Viver hoje
é pensar que,
talvez amanhã
as migalhas de uma vida
não sejam réstias perdidas.
Escreve o meu nome
numa árvore
e...
lavra-me à tardinha!
Azoriana
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