Quem me dera ser
a paz pura das águas que vi tranquilas
pelo rasgo do casario
cá de cima até ao muro
que te separa de mim...
A tua calma contagiou-me,
o meu passo recua para avistar-te:
és o espelho do manto verde desse Monte;
és o mar plasmado na ilha
onde a vida e a morte sempre se noticia...
(c) Azoriana
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita! Volte sempre!