A tua mão veste-se de encanto quando amas e o escreves e de pranto quando a tua mente padece... ou quando o cansaço impera.
Neste momento a minha mão está vazia na véspera do meu aniversário.
Talvez estas mãos voltem a sorrir se o novo dia trouxer uma dádiva de alegria, sem mentirinha...
Mas como posso ter alegria se há tanta dor no mundo, tanta tristeza universal, tanto fenómeno anormal?!
Azoriana
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