Que silêncio!


Percorro caminhos
veredas
montanhas
trabalhos
aguço os sentidos
ergo a voz
quebro a regra do silêncio
de tom ofendido
amargurado.

A voz pára
ouço e escrevo
o pensamento
o futuro não é presente
é lembrar o passado...
É bom ser-se silêncio...

Azoriana



É vestir a alma de silêncio rasgar os ruidos
que despertam num tempo sem nexo e quedarmo-nos
nesta mansidão que nos leva a tocar este céu que nos cobre.
Sun_and_Soul

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