Hoje, minha "poesia",
se te visse a sucumbir,
Morta!
Inanimada!
Contigo queria ir...
Aqui neste mural,
Onde fico enclausurada,
Vejo-te sair, contente,
E não posso parar nada...
Até eu nem estou cansada,
Posso estar triste, acabrunhada,
o peito até já me dói,
as mãos com dedos "sangrentos"
Mas digo-te, a ti, Poeta, antes de eu seguir:
Perdoa-me alguns desalentos!
Viaja, "POESIA", nas asas do espírito,
Caminha p'ra nova luz:
Pede talento para nós, para mim...
Se "tropeçares" com Jesus...
Azoriana
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