Mãos de Papel
Duas linhas caídas de um corpo
Nasceram no fundo da alma
São anseios profundos
São lágrimas de um sol
São espelhos de uma partilha
São abraços sem fim
São madrugadas no meu entardecer
São a saudade de um rosto
São e sempre serão obras incompletas
No meu ser
As minhas mãos de papel.
Sun_and_Soul
(Poema gentilmente enviado, e autorizada publicação neste blog, pela E. Vieira
Um agradecimento muito especial,
Azoriana
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