Bate na vidraça,
a chuva das minhas mágoas,
não as posso enxugar!
Bate no meu peito
a dor de perder o jeito
de um dia te abraçar!
Bate na tela
o pincel que, um dia,
há-de teu rosto desenhar!
Mas não vou chorar...
Não vou abraçar...
Simplesmente vou sonhar,
com a luz do teu olhar...
Azoriana
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